domingo, 13 de maio de 2012

CANTINHO DA MÚSICA


A MÚSICA CLÁSSICA

A música clássica ou música erudita é uma linha musical que tem muitos apreciadores anônimos, porém pouco apresentada aos mais jovens, visto que entrou em declínio no meado do século XX devido a enorme aceitação da música popular e também por ser custosa a manutenção de orquestras executoras deste tipo de música.

Daí ocorreu-me fazer um breve historio desta variedade musical, bem como uma pequena visão de seus principais compositores. De início fica o alerta que não se trata de um grande compêndio nem de uma grande pesquisa e sim uma rápida visão, simples e breves pinceladas sobre o assunto.

Música clássica é o nome dado a principal variedade de música com raízes e fundamentos nas tradições da musica secular e, por principal, na religiosidade e liturgia  ocidental e que seguia diretrizes e normas preestabelecidas a partir do século XVI. É música decorrente da erudição, sem correlação ou ligação com as tradições folclóricas ou populares, sendo que o termo abrange uma gama de estilos musicais, desde os mais complexos como a fuga até os mais simples como a opereta.

A música clássica sempre foi de grande aceitação nos países europeus sendo praticamente desconhecida no Brasil até a vinda de D. João VI, tendo sido a chegada da corte portuguesa o marco e o impulso das atividades musicais no Brasil colônia, cabendo a José Mauricio Nunes Garcia o título de ser o primeiro compositor brasileiro a merecer algum destaque, embora até o século XIX falar em “música erudita brasileira” provocava risos nos europeus, visto ser uma época dominada pelos italianos, com rápidas contribuições de compositores alemães e franceses.

Coube a Villa-Lobos introduzir e consolidar a música erudita brasileira em uma época que os grandes compositores Alberto Nepomuceno e Brasílo Itiberê eram ignorados, exatamente pela “brasilidade” de suas composições. Daí em diante tivemos talentosos mestres como Francisco Mignone, Radamés Gnatalli, Guerra-Peixe, Edino Krieger e outros.

Até os dias de hoje o Brasil é um país que não tem muita afinidade com a música clássica, seja por causa de nossa formação social e histórica, seja por causa de nossa situação político-econômica, pelos que nossos melhores músicos desta área geralmente estão no exterior.

Continuaremos nas próximas atualizações, já então abordando outros aspectos da música clássica.
                                              
                                                                                        Edmundo Machado 


edmundomachado1000@gmail.com


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sexta-feira, 27 de abril de 2012

O EDMILSON DAS ALAGOAS



Edmilson Oliveira, nome artistico do pintor Edmilson Silva de Oliveira, lá de Alagoas, ainda novo, com apenas 11 anos de idade, movido por uma vontade interna, iniciou na pintura. Autodidata, tomou como base de seus primeiros estudos a reprodução de obras de grandes mestres, o que foi formando e estabelecendo a própria identidade do artista e fluindo como uma fonte inesgotável de inspiração. 

Inquieto, segundo ele mesmo, procura mostrar em seu trabalho o povo simples do interior, onde um bom dia,um abraço e um aperto de mão  ainda são valores indispensáveis no dia a dia.

Participou de algumas exposições em Alagoas, além de viajar por todos os estados nordestinos deixando registrada a sua marca com murais e esculturas. Morou por um ano em Natal onde teve a oportunidade de vender suas obras para vários países como Alemanha, Portugal,França, Itália, Suécia e Suíça.

Em janeiro de 2011, realizou uma exposição em Genebra/Suíça, obtendo um sucesso maravilhoso e uma aceitação instantânea, tanto que em um único dia foram vendidas 35 obras.

O artista se emociona quando se lembra do comentário de um dos visitantes da exposição em Genebra, que, de forma muito peculiar, definiu que a obra de Edmilson  quebra o gris de inverno Suíço. 



















































edmundomachado1000@gmail.com


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TELAS IN FLASH  - ARTISTAS BRASILEIROS


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Boner





Dyandreia Portugal





Fernando P (Fernado Clóvis Pereira)





José Rosário





MG Costa (Martha Valéria Lima Guimarães Costa)





Oscar Pereira da Silva  - 1865-1939





Paulo de Carvalho



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ESPAÇO ESTRANGEIRO


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Ariana Richards  - USA





Chelin Sanjuan - Espanha





Edmund Talbell - 1862-1938 - USA





Giorgio De Chirico - Grécia/Itália





Lucia Sarto - Itália





Oscar Villalon - Chile/Espanha





Sandra Kuck - USA



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domingo, 8 de abril de 2012

PEDRO AMÉRICO  -  1843 - 1905



Pedro Américo de Figueiredo e Melo nasceu em 1843, em uma família ligada às artes, na cidade de Areia no estado da Paraíba e, desde cedo, encontrou em sua casa o estímulo necessário ao desenvolvimento de seu talento precoce, incluisive na música, ensinada pelo seu pai, Daniel, que era violinista, e que o introduziu também no desenho, apresentando-lhe livros sobre artistas consagrados.

Ainda muito novo o seu enorme talento impressionou o naturalista Louis Jacques Brunet que o levou por uma viagem de 20 meses pelo nordeste brasileiro como desenhista da expedição. Com 11 anos foi para o Colégio Pedro II no Rio de Janeiro, ingressando depois na Academia Imperial de Belas Artes, sempre destacando-se entre os colegas e recebendo 15 medalhas e prêmios, o que lhe valeu uma pensão do Imperador Dom Pedro II para estudar na Europa.

No exterior cursou a École des Beaux-Arts  de Paris, o Instituto de Física de Ganot e ainda a Sorbone, ampliando ainda seus horizontes culturais em visitas a outras partes da Europa. Retornou ao Brasil em 1864 e logo depois voltou a Europa onde obteve o grau de Doutor em Ciências Naturais na Universidade Livre do Partido Liberal em Bruxelas.

Em 1870 novamente voltou ao Brasil onde dedicou-se ao magistério e à pintura, iniciando um período brilhante e de grandes realizações artísticas. Suas obras “Batalha do Avaí” e “O Grito do Ipiranga” motivaram um debate público sobre estética e nacionalismo e muito contribuiu para fomentar o patriotismo entre os brasileiros, perfeitamente ligado a ideologia da época, da qual foi sem dúvida um dos grandes intérpretes e que lhe assegurou um sucesso contínuo.

 Em suas viagens constantes a Europa, veio a falecer em Florença, no ano de 1905, vítima da beribéri que o afligia desde a infância.


Pedro Américo - Museu Nacional de Belas Artes




Pedro Américo - Museu Imperial




Pedro Américo - Museu Nacional de Belas Artes




Pedro Américo - Museu Nacional de Belas Artes




Pedro Américo - Museu Imperial




Pedro Américo - Museu Histórico Nacional




Pedro Américo - Museu Nacional de Belas Artes



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TELAS IN FLASH - ARTISTAS BRASILEIROS


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Almeida Júnior - 1850-1899




Bustamante Sá - 1907 - 1988




Edgar Walter - 1917 - 1999




Jorge Mori




Luis Claudio Morgilli




Malu Delibo




José Rosário



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