sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A ARTE DE CLANIR SPINOLA



Este sorriso simpático aí ao lado é da pintora Clanir Spinola Caruso, nascida em Volta Redonda/RJ., e que apresenta em seus trabalhos um retrato da natureza viva, em uma visão pessoal e única.

Clanir é professora aposentada e sempre trabalhou com áudio visual, produzindo trabalhos artísticos para atividades lúdicas dos alunos da rede municipal de ensino de Volta Redonda. 

Depois de aposentada voltou-se exclusivamente para as artes, produzindo trabalhos em madeira e cerâmica, peças de caráter mais decorativo, até que fixou-se na pintura em óleo sobre tela, em estilo foto realismo.

Clanir tem o dom de transportar para a tela aquilo que vê e percebe quando de suas viagens, nos passando uma pequena parte ampliada de pontos da natureza que para quase todos passam despercebidos, somado a uma criatividade própria, não sem aplicar um leve toque de surreal.

Gosto do trabalho de Clanir por ele próprio, pelos detalhes, pelas cores e pelo modo como, um pequeno item, simples que seja, se transforma no ponto forte, no ponto de convergência da obra, como a prender a atenção do observador.


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Clanir Spinola




Clanir Spinola




Clanir Spinola




Clanir Spinola




Clanir Spinola




Clanir Spinola




Clanir Spinola



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TELAS IN FLASH


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Amorelli - coleção particular




Claudio Dantas - coleção particular




José Roosevelt - coleção particular




Jayme Hora - 1911-1977 - coleção particular




Luiz Pinto - coleção particular




Soli (Salete Maria Farias de Oliveira) - coleção particular




Sydnei Lacé - coleção particular



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ESPAÇO ESTRANGEIRO - GALERIA FEMININA

Dizem que o tema mais pintado no mundo são as flores, argumento que, sinceramente, não sei se é verdadeiro.
E mesmo que flores seja a campeã, entendo que nada foi mais inspirador para os artistas do que a mulher. 
Basta dizer que a tela tida como a mais vista e comentada do mundo, "Mona Lisa" de Da Vinci, é uma mulher.
Daí que, desta vez, a  seção do "Espaço Estrangeiro" está totalmente dedicado a imagem feminina.


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Benjamin Wu - China





Charles Chaplin - 1825-1891 - França
(não confunda com o ator e diretor Charles Chaplin, criador do personagem "Carlitos". O autor da obra acima é o pintor francês Charles Josua Chaplin, que teve vários problemas devido a sua pintura ter sido considerada erótica e escandalosa para a época)



Cesar Santos - Cuba




David Bowers - USA





Gustavo Dalla'Ara - 1865-1923 - Itália-Brasil




Johan Messely - Bélgica




Emmanuel Garant- Canadá




Edwin Lord Week - 1849-1903 - USA




Guilaum Seignac - 1870-1924 - França




José Miguel Roman Frances - Espanha




Lucia Sarto - Itália




Zhao Kailin - China



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CANTINHO DA MÚSICA




      A SAUDADE DE DEZEMBRO


Todo mês de dezembro trás embutido ao povo da música uma saudade de um nome especial no cenário da MPB. Em dezembro de 1994, portanto há dezessete anos, o Brasil e o mundo perdia o carioca, nascido na Tijuca, cujo nome completo era Antonio Carlos Brasileiro Jobim e que revolucionou toda uma linha melódica tradicional da música brasileira.

Tom Jobim é o nome que melhor representa a música brasileira no período pós-guerra, não só por suas composições inovadoras em termos de construções harmônicas e melódicas, como também pelo romantismo triste que tanto agradou ao Brasil e ao mundo. 

No início, o maestro tentou a carreira de arquiteto, mas logo desistiu e resolveu abraçar a carreira de pianista, tocando em bares e inferninhos em Copacabana, chegando a ser, conforme já indiquei em matéria anterior, o reserva do grande Pedrinho Mattar na boate Xauen.

Jobim participou da forma embrionária da bossa nova e em 1958, com o LP “Canção do Amor Demais”, em parceria com Vinícius, interpretação de Elizeth Cardoso e acompanhamento de violão do então desconhecido João Gilberto, disco que pela orquestração é considerado o marco inaugural da bossa nova, encantou o meio musical, até a consolidação definitiva do novo gênero com o LP “Chega de Saudade”, em 78 rotações, interpretado por João Gilberto, mas com arranjos e direção do Tom, que direcionou o rumo da música popular brasileira dali por diante.

Alguns mais impetuosos chegaram a indicar Tom como o “pai da bossa nova”, posição da qual discordo inteiramente. Jobim foi importante para o movimento, mas imputar a ele a criação do ritmo que agrada o mundo até hoje é exagero. 

Muitos outros nomes foram mais importantes do que Tom no processo criativo da bossa nova, com a diferença que Jobim galgou o sucesso face a sua enorme criatividade, enquanto os outros não conseguiram se projetar na mesma velocidade e alguns até mesmo desapareceram da mídia.

Jobim tinha formação em piano, pois tinha estudado com o professor Hans Joachim Koellreuter e, ano de 1952, foi contratado pela gravadora Continental, como arranjador e para transcrever para a pauta as melodias de compositores que não dominavam a escrita musical. 

Embora Tom já tivesse tido o seu primeiro sucesso em parceria com Billy Branco com a música Tereza da Praia, acredito que a grande virada na vida musical de Jobim aconteceu em 1956, após sua aproximação a Vinicius de Moraes, seu parceiro mais constante e com quem musicou a peça Orfeu da Conceição, de onde nasceu a canção Se Todos Fossem Iguais a Você, gravada diversas vezes e que lançou definitivamente o nome de Tom no mundo da música.

Depois de se apresentar em duas ocasiões no Carnegie Hall, em Nova York, Tom Jobim fez seu último show em Jerusalém, em 1994. Acometido de problemas circulatórios, realizou uma série de exames, ao fim dos quais foi constatado um câncer na bexiga.

Jobim foi operado no Mount Sinai Medical Center, em Nova York, no dia 6 de dezembro de 1994. Dois dias depois, teve uma parada respiratória e faleceu. Seu corpo foi transferido para o Brasil e enterrado no Rio de Janeiro.

A música de Tom ficará para sempre, seguida da esperança que em breve possa aparecer um outro Jobim no cenário da música brasileira para enriquecê-la da forma brilhante que o primeiro o fez.


                                         Edmundo Machado

domingo, 1 de janeiro de 2012

OLÁ PESSOAL DAS ARTES: 

Primeiro dia do novo ano e estamos de volta com a primeira atualização do Blog em 2012. Ano novo, novas esperanças, novas idéias, novos amigos e novas telas. 

Dentre as novidades, teremos muito em breve a participação do carioca Sidney Lacé, do catarinense Dinyz e também da Rita Cavallari, não só com suas maravilhosas telas para serem apreciadas, como também na seção “Telas a Venda”.

Torcendo para que 2012 seja ainda mais artístico do que o ano findo, reitero o convite a todos os artistas plásticos para que entrem em contato e envie fotos de suas obras para serem divulgadas.
 
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ATENÇÃO - VISITE A SEÇÃO "TELAS A VENDA" - OBRAS DOS ARTISTAS SIDNEY LACÉ E NEY AMANCIO DIRETAMENTES DOS PINTORES - PREÇOS PRATICAMENTE SIMBÓLICOS - OPORTUNIDADE ÚNICA.
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UM ARTISTA CLÁSSICO

José de Arimatéia dos Santos Souza, que assina Arimatéria em seus trabalhos, nasceu em Bom Jesus, no Piauí, no ano de 1968, vindo fixar raízes no Rio de Janeiro em 1986. Iniciou bem cedo, aos 10 anos de idade, os primeiros experimentos com o desenho, e mais tarde, aos 18, foi quando optou pelo caminho das Artes Plásticas, iniciando sua formação na Sociedade Brasileira de Belas Artes, e tendo as primeiras orientações vindas de Oziel Belízio e Jorge Vieira.


O que fica mais evidente no primeiro contato com seu trabalho, é a forte veia clássica que pulsa em suas composições e que é a sustentação de grande parte de sua produção. Ainda que divida suas obras atuais com experimentos contemporâneos, um academicismo bem criterioso e técnico nos dá uma exata noção de sua proposta. Por ele, também acresce alguns experimentos meio impressionistas, tendo quase sempre a diversidade temática do Rio de Janeiro como pauta principal.


Paisagens, marinhas, cenas urbanas movimentadas e ensolaradas, figuras humanas, com ênfase especial para o retrato, são o carro chefe de sua obra. Os temas históricos estão presentes também, e os vários trabalhos dentro dessa temática são ricamente trabalhados em telas de grandes dimensões o que, por si só, já produzem uma forte impressão. Um colorido suave, ora quente, mas muito bem equilibrado, faz um belo conjunto com composições de agradável arranjo.


Fundamentais mesmo em sua vida, são as grandes inspirações e insaciável fonte de pesquisa que faz nos grandes mestres do passado da pintura. Visitas constantes a museus, livros, documentários e toda sorte de artigos, aguçam e motivam cada vez mais seu interesse por referências clássicas, barrocas e impressionistas. E sem muita cerimônia vai logo listando os nomes das fontes de onde bebe tanta motivação: Rembrandt, Vítor Meirelles, Pedro Américo, Almeida Júnior, Rodolfo Amoedo e Da Vinci, que para ele é o Pai Universal das Artes.



Parece ser essa, a temática preferida do artista Arimatéia. Ele a executa com técnicas semelhantes aos trabalhos bem clássicos do século XIX, e não se percebe nele o menor constrangimento em executar um trabalho que não seja a realidade de sua época. Essa atemporalidade é que faz da Arte um caminho sempre prazeroso e com inúmeras possibilidades.
                                     (texto do pesquisador e artista plástico José Rosário)




Arimatéria - "D. Pedro I"




Arimatéia




Arimatéia




Arimatéia




Arimatéria




Arimatéia




Arimatéia - "Mar. Deodoro da Fonseca"



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TELAS IN FLASH


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Paulo Jorge- coleção particular
(nota: Paulo Jorge é um artista de minha cidade. Esta vista não existe mais devido ao avanço do mar na praia de Atafona, localizada no muncipio vizinho de São João da Barra/RJ)



Gabriel de Andrade - coleção Edmundo Machado




Jesus Ramos - coleção particular




Octavio Araujo - coleção particular




Vitor Meireles - 1832-1903 - Pinacoteca Est. São Paulo




Walter Handro - coleção particular




José Rosário - coleção particular



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ESPAÇO ESTRANGEIRO


                                     
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Alejandro Rosenberg - Argentina




Arsen Kurbanov - Russia




Jean Baptiste Greuze - 1725-1805- França




Catherine Nolin - USA




Darren Blaker - Inglaterra




K. Henderson - USA




Santiago Rusinol - 1861-1931 - Espanha 







CANTINHO DA MÚSICA




UMA CANTORA DE SUCESSO


Dentre os artistas que denominei de “nova geração”, indiscutível que uma cantora já vem fazendo enorme sucesso e, com seu trabalho, conseguiu ganhar fama também no exterior, sendo uma recordista em DVDs vendidos. Estamos falando da baiana Ivete Sangalo, que é a mais forte candidata a fazer o show de abertura da próxima Copa do Mundo em 2014.

Ivete Maria Dias de Sangalo, nascida em uma família de músicos na cidade de Juazeiro, na Bahia, no ano de 1972, é cantora e compositora, que começou a cantar profissionalmente por volta dos dezessete anos em barzinhos de Salvador, até conhecer Jonga Cunha que, como fundador da Banda Eva, convidou-a a integrar o grupo como vocalista e onde Ivete gravou seis álbuns e vendeu mais de cinco milhões de cópias, fazendo cerca de trinta shows por mês.

No ano de 1999 Ivete participou do último carnaval com a Banda Eva e partiu para carreira solo, tendo gravado um disco naquele mesmo ano, disco este que atingiu a vendagem de mais de 100 mil cópias devido ao sucesso da canção romântica “Se Eu Não Ti Amasse Tanto Assim”, fato que alavancou a carreira da cantora de forma definitiva.

Daí em diante a cantora não parou mais. Recebeu vários prêmios, dentre eles o Grammy Latino e o prêmio Tim, tendo lançado álbuns todos os anos, sempre sucesso. As apresentações de Ivete são extremamente vibrantes, em um misto de música, dança e um swing animado, agradando não só ao público como também a crítica. 

No ano de 2010 outro marco, com a gravação de mais um DVD na carreira da cantora no Madison Square Garden, em Nova Iorque, durante um show que contou com a presença de Nelly Furtado, Juanes, James Morrison, a dupla Wisin & Yandel, dentre outros, show este que já estava com os ingressos esgotados.

Em paralelo a sua carreira Ivete partiu também para a atividade de empresária, sendo dona da produtora Caco de Telha, possuindo ainda seu próprio trio elétrico, o próprio bloco, o Cerveja e Cia, que detém franquias em várias capitais, dentre outros investimentos, sendo plano futuro a construção de uma luxuosa casa de shows em Salvador.

A cantora reconhece a força que a Bahia lhe deu quando do inicio de sua carreira e, por tal motivo, todas as suas turnês iniciam-se pela Bahia. Ivete investiu também em música pop e em música romântica, mas sem nunca abandonar o axé, pelo que conquistou um público diversificado, incluindo crianças, jovens e adultos e, exatamente esta diversidade, lhe deu o título de “maior vendedora de DVDs do mundo”, tendo atingido a incomparável marca de 604 mil cópias vendidas com o seu DVD gravado ao vivo no Maracanã, superando em muito o recorde da banda Nirvana que era de 174 mil cópias.

Hoje Ivete é conhecida internacionalmente, tendo feito shows em várias partes do mundo, incluindo Angola, Espanha, Portugal, Estados Unidos e outros paises, sendo muito procurada para apresentações bem como para comerciais de televisão.
Da “nova geração”, esta cantora baiana é uma cantora de sucesso.
                                                    Edmundo Machado


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