domingo, 10 de abril de 2011

TELAS IN FLASH


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Monteiro Prestes - coleção particular






Francelino Rodrigues - coleção particular




Moro - coleção Edmundo Machado




Vinicius Silva - coleção particular




Joubert Pantaneiro - coleção Edmundo Machado




Renato Pessanha - coleção particular




Erick Paes Machado - coleção Edmundo Machado
(nota: Erick é meu filho, uma criança, tem apenas 10 anos de idade e não é pintor de renome. Pinta por hobby e está fazendo parte desta galeria tão só como incentivo e pelo orgulho do pai)
ESPAÇO ESTRANGEIRO


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Pierre Lacur - 1804 - Museu Belas Artes Bordeaux - França




Paul Strisik - USA - coleção particular




Antoine Bouvard - 1870-1955 - França




Gustaf Cederstrom - 1884 - Suécia




Armando Romano - Itália - coleção particular




Allan R. Banks - USA - coleção particular




Edward William Cooke - 1853 - Inglaterra




CANTINHO DA MÚSICA



O ESPECIAL CARTOLA

Não sou de parar para ver os programas corriqueiros da TV vez que a grande maioria é de péssima qualidade e não produz nada de elogiável. Porém vi e gostei do documentário sobre Cartola exibido recentemente em horário nobre na telinha. O relato foi correto, com bom andamento e com depoimentos de pessoas ligadas à música e ao compositor, o que deu vida ao programa. Merecida homenagem a quem deu rumo ao samba na música popular brasileira.
Cartola nasceu no Rio de Janeiro, no bairro do Catete, no ano de 1908 em uma família humilde. Logo a família mudou-se para o bairro de Laranjeiras, onde passou a infância e onde entrou em contato com o mundo do samba, aprendendo com o pai a tocar cavaquinho e violão. Considerado por muitos como o maior sambista da história da música popular, Cartola chegou ao morro da Mangueira quando dificuldades financeiras obrigaram a família a mudar-se mais uma vez.
Morando no morro fez amizade com o sambista Carlos Cachaça e outros do mesmo naipe e adentrou no mundo da boemia, malandragem e da musica. Com pouco estudo arranjou emprego de servente de obra e passou a usar chapéu coco para proteger do cimento que caia na cabeça, pelo que ganhou dos colegas o apelido de Cartola. Junto com outros amigos sambistas criou o “Bloco dos Arengueiros” de onde surgiu a Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira. Nesta época, já compondo samba, viu suas musicas serem popularizadas na voz de Araci de Almeida, Carmem Miranda, Mario Reis e outros.
Depois Cartola desaparece do cenário musical e, para muitos, era dado como morto e pouco se sabe deste período que o sambista levou desaparecido. Em 1956 Cartola foi reencontrado por Sérgio Porto, lavando carros em Ipanema e, a partir deste encontro, ressurgiu no mundo da música, voltando a compor e tendo seus sambas novamente gravados por cantores de fama.
Só em 1974, já com 66 anos de idade, Cartola gravou o seu primeiro disco solo, onde sua carreira foi novamente impulsionada devido as pérolas musicais de “As Rosas Não Falam”, “O Mundo É Um Moinho”, “Cordas de Aço” e outras. Com o sucesso e com a melhora financeira Cartola mudou-se para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até seu falecimento em 1980.
Se o programa for reprisado vale a pena assistir e vamos torcer que outros nomes da música também sejam lembrados.
                                                         Edmundo Machado

sábado, 26 de março de 2011

TELAS A VENDA
ATENÇÃO - OPORTUNIDADE ÚNICA E IMPERDÍVEL
Telas de artistas famosos e de projeção nacional/internacional diretamente do atelier do pintor e/ou disponibilizadas por colecionadores - preço muito inferior ao praticado pelo mercado de artes - telas de grande valorização - beleza e investimento certo
Veja abaixo, no lado direito, o link para visualização das telas
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CÂNDIDO  OLIVEIRA


Tendo em vista que com este grande artista eu não tenho relacionamento, não nos conhecemos, só posso apresentar os seus dados técnicos e o pouco que dele sei.
Edmilson Cândido de Oliveira, que assina apenas Cândido Oliveira em seus trabalhos, nasceu em Pesqueira - PE, aos vinte e três dias do mês de julho de 1961 e demonstrava, desde a infância, enorme interesse por desenho.

Em 1975 mudou-se para São Paulo, onde obteve melhores condições para observar as obras de artistas famosos, visitando com freqüência a Pinacoteca e vários museus da cidade aumentando seu interesse pela pintura.

No início da década de 80, como autodidata e tendo plena consciência das suas dificuldades e a certeza de vencê-las, inicia o aprimoramento de seus dotes artísticos e passa a integrar verdadeiramente o mundo das artes.

A partir de 1992, começou os estudos com alguns mestres para aperfeiçoar sua técnica, destacando-se o professor Gilberto Geraldo como seu grande orientador.

Tem em suas interpretações artísticas os mais variados temas: paisagens, natureza morta, flores, marinhas, figuras e cenas árabes, sendo atualmente reconhecido como um dos grandes talentos brasileiros e com obras no mundo todo.



Cândido Oliveira - coleção particular



Cândido Oliveira - coleção Sr. Antonio Pedrosa



Cândido Oliveira - coleção particular



Cândido Oliveira - coleção Edmundo Machado



Cândido Oliveira - coleção particular



Cândido Oliveira - coleção particular


TELAS IN FLASH

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André Naranjo - acervo particular






Judson Oliveira - coleção particular





Valdir Felix Sabino - coleção Edmundo Machado






Luiz Pinto - coleção particular





Clóvis Péscio - coleção particular




Paulo Lara - coleção particular




Pedro Guedes - coleção particular
ESPAÇO  ESTRANGEIRO


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Willian Rengifo - Peru




Robert Duncan - USA




Paul Naller - França




W. Eddie - China




Vito Campanella - Italiano naturalizado argentino



Bouguereau - França



Pavel Fedotov - Rússia
CANTINHO DA MÚSICA



LEMBRANDO DO PEDRINHO

Grandes pianistas são sempre lembrados e homenageados pelo mundo a fora, posto que a arte de um bom “tocador de piano”, que é um instrumento amplo, mas que exige talento e muito estudo, é bastante difícil. E foi no mês de fevereiro que um pianista a quem muito eu admirava, com quem trocava E-mail e cartas, deixou esta vida.
Foi no dia sete de fevereiro de 2007, aos setenta anos de idade, vítima de infarto fulminante, que morreu este meu “amigo”. Faleceu o pianista Pedrinho Mattar, conhecido e conceituado instrumentista do país, tendo sido enterrado no cemitério do Araçá, em São Paulo.
Pedro Mattar, filho de libaneses e caçula do grupo de dez irmãos, começou a tocar piano muito cedo, tendo feito sua primeira apresentação em 1953 na União Cultural Brasil-Estados Unidos. A família Mattar é uma família com vários artistas. O flautista e saxofonista Derico do Sexteto do Jô Soares, o pianista Sérgio Sciotti e o ator Mauricio Mattar são sobrinho do Pedrinho.
No início, escondido da família, tocava em “inferninhos” e casas de reputação duvidosa, tendo criado o grupo “Os Anjos do Inferno”, que tinha como crooner o então desconhecido João Gilberto. O próprio pianista contava que por diversas vezes teve que ficar escondido no banheiro do bordel, pois era menor de idade e o seu pai mandava o Juizado de Menores atrás dele. Superada a fase dos “inferninhos”, começou a tocar em locais melhores, criando o Pedrinho Mattar Trio, com o qual se apresentou bastante nas noites paulistas.
Projetou-se ainda mais quando foi contratado como pianista titular da boate Xauen, tendo Tom Jobim como o seu primeiro reserva, encarregado de substituir Pedrinho em dias de provas ou quando Mattar não podia faltar a aula. Já em 1959 realizava sua primeira excursão ao exterior, acompanhando a cantora Leny Eversong em Las Vegas e, logo em seguida, saiu em turnê com Agostinho dos Santos a Argentina e ao Uruguai.
Depois, contratado pela luxuosa boate Gallery, formou o visual que o acompanhou pelo resto da vida, sempre impecavelmente vestido à rigor e de gravata borboleta. No início dos anos 80 foi à Casa Branca, onde tocou três músicas com o então presidente Jimmy Carter. Fez inúmeras apresentações com Claudette Soares, Maysa, Chico Buarque e outros importantes nomes da música.
Pedrinho era cheio de histórias engraçadas, desde a que derrubou uma parede do apartamento para poder dar acesso a entrada do piano, tendo parado a Av. Paulista para que o instrumento, um Blutner, fosse suspenso por cabos e cordas, até o carinho com que guardava o primeiro piano que ganhou do pai, em 1941. Embora o piano não pudesse mais ser tocado, Pedrinho não se desfazia do instrumento por nada. Alegava que o piano havia cuidado dele na juventude e ele agora cuidava do piano na velhice.
Ao piano, seu som era inconfundível, tendo um estilo próprio, bastante elaborado, com muitas notas musicais e acordes, o que lhe dava sempre destaque e ressaltava a expressão de cada música, ainda que das mais simples. Seus discos, sejam em temas solos ou com acompanhamento de orquestras, são sempre procurados e muito gostosos de serem ouvidos. Dizia o Pedrinho que tinha criado um cardápio musical das cozinhas brasileiras, americana, italiana e francesa, tocando de “As Time Goes By” (do filme Casablanca) até “Eu Sei Que Vou Ti Amar”, o que agradava a qualquer paladar.
Nos últimos anos de vida, além de shows, vinha apresentando o programa “Pianíssimo” na Rede Vida de Televisão, onde atingia grandes picos de audiência. Pedrinho deixou saudades e uma escola para jovens instrumentistas.
                                                Edmundo Machado


quinta-feira, 10 de março de 2011

JOSÉ ROSÁRIO - O POETA DAS CORES

Em principio pareceu-me que seria extremamente fácil falar de José Rosário. Como eu estava enganado. Falar da arte deste brasileiro, nascido na zona rural de Minas Gerais, na cidade de Dioniso, é fácil porque suas obras falam por si mesmas, mas falar da pessoa José Rosário é difícil, pois vão faltar palavras para descrevê-lo como ele merece.
Conheci José Rosário há pouco tempo e lamento não tê-lo conhecido antes, face a pessoa que é. Ele não pode ser descrito só como pintor e um dos maiores paisagistas vivo do país, restaurador, pesquisador de arte, cronista e intelectual moderno, pois é muito pouco para identificá-lo.
José Rosário é uma alma linda que Deus presenteou ao mundo. Dono de uma inteligência única e de uma sensibilidade acima da média é de uma simplicidade tamanha que ele mesmo não reconhece o fenômeno que é. Falando, tem sempre uma palavra amiga e um conselho correto para ti dar.
Nas suas obras é possível verificar com que olhos novos, com que visão de ternura ele vê a sua gente, os caminhos de terra batidos pelos cascos dos bois, o arrastar manso do homem do campo e a mistura de poeira e sol que faz o dia a dia de brasileiros comuns, mas felizes.
A obra de José Rosário retrata a vida, estampando na luz e sombras as marés do destino, ora em alegria completa, ora em pontos duvidosos. Na obra de José Rosário podemos ver um pouco da alma do artista, seus anseios, suas angústias, luta constante da geometria técnica com o desmedido crescer da beleza/arte que sai de seus pincéis.
Definitivamente falar de José Rosário não é fácil. José Rosário é um poeta magnífico, que usa de tintas para dizer aquilo que mesmo o melhor escritor não conseguiria descrever com mil palavras.
Acredito que este meu amigo esteja tecendo um poema eterno que liga a sensibilidade com o coração de cada observador de suas telas.
                                                          Edmundo Machado

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José Rosário - coleção particular




José Rosário - coleção particular



José Rosário - coleção particular






José Rosário - coleção particular






José Rosário - coleção particular




José Rosário - coleção particular



 
José Rosário - coleção particular

TELAS IN FLASH

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Clóvis Péscio - coleção Edmundo Machado







André Naranjo - coleção particular






Paulo de Carvalho - coleção particular






M. A. Moreira - coleção EdmundoMachado






MG Costa - coleção particular






Vildete Pessutto - coleção particular






Almeida Junior - 1895 - Museu Nac. Belas Artes